Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linux. Mostrar todas as postagens

21 julho 2013

Dica: Super desconto: Formação Linux com preparação pra LPIC-1 e LPIC-2

Ai vai uma ótima dica para quem curte cursos Ead de qualidade.

Treinatux, uma das parceiras do Blog Seja Livre, está oferecendo mais uma super promoção exclusiva pros leitores do Seja Livre.
Tendo em vista o lançamento da Formação Linux com preparação pras certificações LPIC-1 e LPIC-2, a Treinatux está oferecendo um desconto exclusivo pros leitores que enviarem e-mail paracontato@treinatux.com.br com o assunto “sejalivre_formacao_linux”.
Essa semana nós publicamos um artigo explicando a importância de uma certificação pra quem deseja trabalhar com TI. Leia nosso artigo e corra logo pra aproveitar essa super oferta!!!
formação linux seja livre 2

07 julho 2013

Squid Autenticando no Windows Server 2008 R2



O Squid é um poderoso servidor proxy que suporta conexões HTTP e HTTPS entre outros, ele reduz incrivelmente a utilização de link e melhora o tempo de resposta fazendo cache das requisições mais frequentes de páginas da internet em redes de computadores, entretanto usar ele em ambientes de médio e grande porte torna-se um pouco complicado uma vez que temos diversos usuários com politicas diferentes de acesso aos sites, neste artigo demonstrarei como integrar o Squid ao Active Directory do Windows 2008 permitindo e liberando o acesso a sites por grupos de usuários.
Esse ambiente foi testado utilizando um Windows 2008 R2 e um servidor Ubuntu 10.04 LTS com o Squid 2.7.
1. Primeiramente vamos preparar o ambiente Windows, demonstrar como fazer em detalhes as configurações no AD não faz parte do escopo do artigo mas no google diversos artigos demonstram como fazer.
Dentro de Active Directory Users and Computers vamos primeiramente criar uma OU com o nome squid, criar dentro dela o usuário squid e determinar uma senha forte para ele, criar também dois grupos de usuários, INTERNET_LIBERADA e INTERNET_RESTRITA.
Essas configurações foram tudo o que precisam ser feitas no Windows, daqui para diante será tudo no servidor Linux e Squid.
Para entendermos melhor a ideia e o porque do que foi feito no AD veja:
O usuário squid será apenas para que o servidor squid possa se autenticar no AD e ter acesso as contas de usuários e grupos.
O grupo INTENRET_LIBERADA como sugerido pelo próprio nome deverá conter os usuários que poderão ter acesso a internet, mais adiante veremos ainda que para eles todos os sites serão liberados menos os que estiverem classificados como sites proibidos dentro do server Squid.
O grupo INTERNET_RESTRITA deverá ter dentro de si os usuários que terão todos os sites da internet bloqueados menos os sites que estiverem liberados pelo administrador.
Obs.: A imaginação será o limite para as regras que poderão ser criadas, mais grupos com finalidades diferentes poderão ser incluídos de acordo com a necessidade de cada administrador.

2. Vamos instalar agora o Squid no servidor Linux, para isso execute.
$ sudo apt-get install squid
3. Depois de instalado vamos configurar o squid.conf que fica dentro de /etc/squid, vamos fazer uma cópia de segurança do arquivo original do squid.conf
$ sudo cp squid.conf squid.conf.old
vamos então editar o arquivo squid.conf alterando os parametros padrões e adicionando os novos deixando exatamente assim:
##########################################################################
# SQUID 2.7 em Ubuntu 10.04LTS - Integrado com Active Directory
#seudominio.local deverá ser substituído pelo seu domínio válido exemplo empresa.br
#seuip deverá ser substituído pelo seu endereço de IP do Controlador de domínio
#senha – Senha definida por você para o usuário squid criado no AD.
##########################################################################
#Configurações de cache do Squid
#Cache de Ram
cache_mem 1024 MB # Determina o espaço da memoria ram que será reservada para o cache.
maximum_object_size_in_memory 256 KB # Determina o tamanho maximo que um unico objeto poderá ter para ficar no cache ram.

#Cache em Disco
maximum_object_size 750 MB # Espaço do disco destinado a ser usado como cache do squid
minimum_object_size 0 KB
cache_swap_low 90
cache_swap_high 95 # Limite máximo do cache que ele pode chegar, depois disso começa a deletar cache mais antigo.

#Diretorio de armazenamento do Cache
cache_dir ufs /var/spool/squid 4096 16 256

#Linguagem de mensagem de erro do Squid
error_directory /usr/share/squid/errors/Portuguese/

# Configuração da integração do Squid com o AD
auth_param basic program /usr/lib/squid/ldap_auth -R -b dc=seudominio,dc=local -f sAMAccountName=%s -hseuip -D cn=squid,ou=squid,dc=seudominio,dc=local -w senha

# Mensagem da popup que será aberta quando algum site não estiver liberado, só irá aceitar as contas de usuário que forem membro do grupo INTERNET_LIBERADA
auth_param basic children 5
auth_param basic realm Site nao liberado, entre com usuario e senha.
auth_param basic credentialsttl 2 hour
auth_param basic casesensitive off

external_acl_type ldap_group %LOGIN /usr/lib/squid/squid_ldap_group -R -b dc=seudominio,dc=local -D cn=squid,ou=squid,dc=seudominio,dc=local -w senha -f (&(objectclass=person)(sAMAccountName=%v)(memberof=cn=%a,ou=squid,dc=seudominio,dc=local)) -h seuip

#ACL Restringe acesso a Internet por Grupos do AD
acl proxyadmins external ldap_group INTERNET_LIBERADA
acl proxyusers external ldap_group INTERNET_RESTRITA
acl sites_sem_autenticacao dstdom_regex -i /etc/squid/rules/sites_sem_autenticacao
acl sites_proibidos dstdom_regex -i /etc/squid/rules/sites_proibidos
acl sites_restritos dstdom_regex /etc/squid/rules/sites_restritos

acl password proxy_auth REQUIRED

# Lista de IP's externos liberados
acl ips_liberados dst /etc/squid/rules/ips_liberados

#Recommended minimum configuration:
acl all src all
acl manager proto cache_object
acl localhost src 127.0.0.1/32
acl to_localhost dst 127.0.0.0/8

# Example rule allowing access from your local networks.
# Adapt to list your (internal) IP networks from where browsing
# should be allowed
acl localnet src 10.0.0.0/8 # RFC1918 possible internal network
acl localnet src 172.16.0.0/12 # RFC1918 possible internal network
acl localnet src 192.168.0.0/16 # RFC1918 possible internal network
acl SSL_ports port 443 # https
acl SSL_ports port 563 # snews
acl SSL_ports port 873 # rsync
acl Safe_ports port 80 # http
acl Safe_ports port 21 # ftp
acl Safe_ports port 443 # https
acl Safe_ports port 70 # gopher
acl Safe_ports port 210 # wais
acl Safe_ports port 1025-65535 # unregistered ports
acl Safe_ports port 280 # http-mgmt
acl Safe_ports port 488 # gss-http
acl Safe_ports port 591 # filemaker
acl Safe_ports port 777 # multiling http
acl Safe_ports port 631 # cups
acl Safe_ports port 873 # rsync
acl Safe_ports port 901 # SWAT
acl purge method PURGE
acl CONNECT method CONNECT

# Configuracao das regras de acesso
http_access deny sites_proibidos
http_access deny sites_restritos !proxyadmins
http_access allow ips_liberados all
http_access allow sites_sem_autenticacao
http_access allow proxyadmins
http_access allow proxyusers
http_access allow localhost

# Only allow purge requests from localhost
http_access allow purge localhost
http_access deny purge

# Deny requests to unknown ports
http_access deny !Safe_ports

# Deny CONNECT to other than SSL ports
http_access deny CONNECT !SSL_ports

#http_access allow localnet
http_access allow localhost

#Libera acesso para usuários convencionais
http_access allow proxyusers

# And finally deny all other access to this proxy
http_access deny all

#Allow ICP queries from local networks only
icp_access allow localnet
icp_access deny all

# Por padrão Squid escuta pelas na porta 3128 para ele também escutar na porta 8080 foi adicionado nova httpport.
http_port 3128
http_port 8080


#We recommend you to use at least the following line.
hierarchy_stoplist cgi-bin ?

#Arquivo de logs de acesso do Squid
access_log /var/log/squid/access.log squid


#Suggested default:
refresh_pattern ^ftp: 40 20% 10080
refresh_pattern ^gopher: 40 0% 1440
refresh_pattern -i (/cgi-bin/|\?) 0 0% 0
refresh_pattern (Release|Package(.gz)*)$ 0 20% 2880
refresh_pattern . 0 20% 4320


# Don't upgrade ShoutCast responses to HTTP
acl shoutcast rep_header X-HTTP09-First-Line ^ICY.[0-9]
upgrade_http0.9 deny shoutcast

# Apache mod_gzip and mod_deflate known to be broken so don't trust
# Apache to signal ETag correctly on such responses
acl apache rep_header Server ^Apache
broken_vary_encoding allow apache


# TAG: extension_methods
# Squid only knows about standardized HTTP request methods.
# You can add up to 20 additional extension methods here.
extension_methods REPORT MERGE MKACTIVITY CHECKOUT

#Default:
# hosts_file /etc/hosts
hosts_file /etc/hosts

# Leave coredumps in the first cache dir
coredump_dir /var/spool/squid
#Fim da configuracao do squid.conf
Salve e saia do arquivo de configuração.


4. Vamos agora criar as listas de sites proibidos, liberados e outros, em /etc/squid crie uma pasta chamada rules e dentro dessa pasta os arquivos conforme abaixo. 

$ sudo mkdir /etc/squid/rules
$ sudo touch /etc/squid/rules/sites_sem_autenticacao
$ sudo touch /etc/squid/rules/sites_proibidos
$ sudo touch /etc/squid/rules/sites_restritos
$ sudo touch /etc/squid/rules/ips_liberados
 

Vamos entender oque cada arquivo de regras deverá fazer.

sites_sem_autenticacao - Todos os sites contidos nesse documento estarão liberados por padrão para todo mundo, nele poderá ser colocado por exemplo o endereço da intranet da empresa, site da empresa e demais sites que podem ser acessados por qualquer um.

sites_proibidos – Todos os sites que não serão acessados nem pelas pessoas que estarão no grupo INTERNET_LIBERADA sites como sites de sexo, badalas e etc são sugestões.

ips_liberados – Todos os endereços Ips válidos colocados aqui dentro serão liberados para todos da empresa sem necessidade de autenticação, é similar a regra sites_sem autenticacao mas é para endereços IP.

5. Vamos agora criar o cache para o Squid e reiniciar o serviço squid para que as regras entrem em funcionamento.

$ sudo squid -z 
$ sudo service squid restart

6. Agora devemos colocar no bronser das estações o IP e porta do servidor squid, isso pode ser feito manualmente ou via regra do próprio AD.

No internet explorer
Ferramentas->Opções da Internet->Conexões->Configurações da LAN

No Firefox
Ferramentas->Opções->Avançado->Rede->Configurar Conexão



17 março 2012

AnoN-1mOS 1.0 FINAL

Distribuição Linux baseada na versão 10.04 Ubuntu e criada pelo grupo hacker mais famoso dos últimos tempos, o Anonymous.
Presentes na mídia do mundo inteiro nos últimos meses, a equipe de hackers conhecida como Anonymous resolveu investir na área de sistemas operacionais e desenvolveu sua própria distribuição Linux, batizada de AnoN-1mOS. O SO ainda não está completo, mas traz diversos aplicativos já conhecidos, além de uma suíte de segurança.
Função: Distribuição Linux
Fabricante: Anonymous
Sistema Operacional: LinuxX11
Idioma(s): Multilinguagem
Site Oficial: http://www.whatis-theplan.org/login
Tamanho: 1,04 GB
Processador: 700MHz;
Memória RAM: 512MB;
Disco: 4GB;
Placa Gráfica: qualquer placa gráfica (funcionamento do sistema de efeitos visuais poderá estar condici­onado conforme a placa gráfica)
Primeiro acesso e instalação
O AnoN-1mOS funciona da mesma forma que o sistema operacional que o originou, inclusive o processo de instalação. Ao executar o LiveCD pela primeira vez, é preciso utilizar o nome de usuário “anon1mous” e a senha “anon” para acessar o assistente e instalar o sistema.
ma vez iniciado o processo de instalação, é só seguir os passos exibidos na tela e aguardar alguns instantes para que todos os arquivos sejam copiados para o disco e você possa fazer as modificações necessárias. O AnoN-1mOS traz sua interface toda em espanhol por padrão, mas é possível instalar os pacotes de idioma e deixar tudo em português.
O sistema operacional
Interface personalizada
O Anonymous criou uma interface toda estilizada para deixar sua marca na distribuição. Além da imagem exibida na tela de logon, os papéis de parede trazem fotos de um título do cinema bem famoso: V de Vingança.
As cores predominantes no visual do AnoN-1mOS são vermelha e preta, presentes em várias tonalidades. Para ambiente gráfico, o LXDE foi o escolhido, acompanhado do gerenciador de janelas Metacity.
Aplicativos oferecidos
A lista de aplicativos presentes no AnoN-1mOS é grande, e tende a crescer ainda mais conforme o sistema for evoluindo. Comix, Emesene, Liquid War, VLC, Gimp, Brasero e Gwibber são apenas alguns exemplos das aplicações presentes na distribuição.
O sistema possui também uma suíte de aplicativos dedicada exclusivamente à segurança do computador, a qual inclui ferramentas como o Tor, que esconde seu endereço IP e criptografa as informações enviadas e recebidas por meio da internet. Dessa forma, você pode acessar qualquer site sem correr o risco de ter seus dados capturados por outros usuários.
Também fazem parte da lista de aplicações o TrueCrypt, macchanger e o Vidalia. O acesso aos programas em execução é feito por meio da bela Cairo-Dock, uma barra de tarefas muito conhecida entre as pessoas que fazem uso do Linux há algum tempo. Para navegar na internet, o Firefox continua sendo o padrão, mas há também o Chromium.
Rede e drivers
O AnoN-1mOS possui ainda uma funcionalidade muito útil para quem tem problemas com drivers. Caso haja alguma partição Windows no disco, a ferramenta busca pelos softwares proprietários e os instala em modo de compatibilidade, utilizando o Wine. Isso também pode ser feito com um CD/DVD de instalação do SO da Microsoft ou simplesmente baixando-se o executável na máquina.
Para tornar o acesso à rede mais simples e didático, o AnoN-1mOS oferece um Network-manager modificado. Além disso, você encontra também o Wicd, um aplicativo para gerenciar conexões com ou sem fio.
Popularidade quase garantida
Ter derivado do Ubuntu já garante ao AnoN-1mOs um bom número de fãs, principalmente pelo fato de a distribuição ter mantido a principal característica do sistema que a originou: a simplicidade. Além disso, o fato de ter sido criada pelo Anonymous faz com que mais olhos sejam voltados para o SO, já que os hackers estão em evidência na mídia nos últimos tempos.
Esses fatores podem ajudar bastante o AnoN-1mOS a ficar mais popular na comunidade de software livre, pelo menos enquanto o grupo estiver fazendo “sucesso” e recebendo a atenção de usuários e dos meios de comunicação.
A distribuição AnoN-1mOS chama a atenção não apenas por ter sido criada por um grupo de hackers famoso, mas sim por toda a simplicidade e as facilidades oferecidas pelo sistema. Todas as principais ferramentas oferecidas pelo Ubuntu podem ser encontradas também neste SO.
Embora a interface utilize cores mais escuras, a mistura de tonalidades tornou o ambiente agradável, mesmo para quem precisa passar várias horas por dia na frente do computador. A combinação do ambiente gráfico com o gerenciador de janelas ficou muito boa, dando um visual bem diferente à distribuição.
Durante os testes, o AnoN-1mOS mostrou-se extremamente estável e compatível com todos os dispositivos presentes na máquina, mesmo que tenha sido testado apenas no LiveCD. A instalação das ferramentas presentes no Synaptic ocorreu sem qualquer dificuldade. O resultado foi igualmente satisfatório durante a adição de aplicativos externos utilizando arquivos com extensão DEB.
A instalação do AnoN-1mOS é bem simples e você ainda pode selecionar o português como idioma padrão para o assistente, fazendo com que todas as instruções sejam mostradas em nosso idioma.
O ruim do AnoN-1mOS é que ele traz como idioma padrão o espanhol. Embora seja possível configurar a interface para qualquer idioma, seria mais interessante se a escolha da língua-padrão pudesse ser feita durante o processo de instalação.
Outro ponto que pode ser considerado negativo na distribuição é o fato de ela trazer diversas ferramentas com a mesma funcionalidade. Mesmo que isso aumente o poder de escolha de quem utiliza o sistema, acaba atrasando de forma desnecessária a instalação dele. Para escolher outra aplicação, o usuário tem acesso a um repositório poderoso através do Synaptic.
Apesar de ter alguns pequenos problemas, vale a pena instalar o AnoN-1mOS no computador, mesmo que seja em uma máquina virtual. A distro traz toda a estabilidade e segurança do Ubuntu com um visual diferenciado e a marca registrada do grupo hacker mais famoso do momento.
Pros
Fácil de instalar e usar
Traz diversos aplicativos pré-instalados
Estável
Contras
Idioma padrão é o espanhol
Possui muitas aplicações com a mesma funcionalidade




DOWNLOAD:
loguin ” anon1mous “
senha ” anon “

07 março 2012

Instalando e Removendo Programas no Linux (Debian)




Neste artigo, veremos alguns comandos para instalação e remoção de software no linux, nas distribuições
 baseadas em Debian. Os comandos aqui apresentados, utilizam-se dos repositórios existentes em
 /etc/apt/sources.list. Daí são baixados os programas e instalados, controlando até mesmo as possíveis 
dependências.

apt-get

Para instalar um programa:
# apt-get install nome_do_programa
Para remover um programa instalado:
# apt-get remove nome_do_programa

Para remover um programa completamente, iclusive suas dependências:
# apt-get remove --purge nome_do_programa

Para pesquisar um programa:
# apt-get cache search nome_do_programa

Para atualizar os repositórios:
# apt-get update

Para atualizar todo o sistema (geralmente isso demora)
# apt-get dist-upgrade


aptitude

Para instalar um programa:
# aptitude install nome_do_programa

Para remover um programa:
#aptitude remove nome_do_programa

Para remover completamente um programa, inclusive com suas dependências:
#aptitude purge nome_do_programa

Para procurar um programa:
# aptitude search nome_do_programa

Para atualizar a lista de repositórios:
# aptitude update

Para atualizar todo o sistema:
# aptitude dist-upgrade


dpkg

Com o dpkg você deverá baixar os programas da internet. Diferente dos outros acima, ele não resolve as 
dependências. Os programas baixados e instalados com o dpkg são os .deb.

Para instalar, utilize o seguinte comando:
# dpkg -i nome_do_programa.deb

06 março 2012

Alguns Comando Básicos do Shell do Linux

 
O que é Shell?
Relembrando os artigos de "Linux mais a fundo" , shell é um programa que permite ao usuário interagir com o sistema operacional através de comandos digitados do teclado. No DOS o shell era o command.com, que permitia executar alguns comandos como: cd, dir, ...
O shell mais famoso de Linux é o Bash, pois o mesmo oferece vários recursos que facilitam a vida do usuário. O mais básico é o sh. Em todos estes é possível criar scripts (mini-programas) que executam sequências de comandos, como se estivessem sidos digitados pelo usuário.
Lembremos que para um usuário normal, o shell aparece com o símbolo $ . Já para o root, o símbolo é o # .

Comandos
Qualquer dúvida em um dos comandos abaixo, rode o man. Por exemplo, se estiver com dúvida no comando ls :
$ man ls
LS
O ls é o comando mais básico de um shell. Ele serve para listar o conteúdo de um diretório, mostrando os arquivos que estão no mesmo.
Exemplos:
Listar o diretório atual:
$ ls
Listar o diretório /etc:
$ ls /etc
Listar o diretório atual mostrando todos os detalhes dos arquivos:
$ ls -l
Mostrar arquivos ocultos (que começam com . (ponto final)):
$ ls -a
Combinando os dois últimos comandos acima:
$ ls -la
PWD
O pwd mostra o diretório atual:
$ pwd
CD
CD vem de C hange D irectory (mudar de diretório) e serve justamente para mudar o diretório atual.
Exemplo:
$ pwd
/home/luke
$ cd /
$ pwd
/
MKDIR
O mkdir cria diretórios:
$ mkdir tmp
RMDIR
O rmdir apaga diretórios vazios (como o tmp acima):
$ rmdir tmp
RM
O rm serve para apagar arquivos:
$ rm imagem.jpg
Para apagar diretórios e seu conteúdo:
$ rm -rf tmp
DU
O comando du verifica o tamanho de diretórios e seus subdiretórios:
$ du /etc

27 julho 2011

OCS Inventory via GPO

 

Continuando com artigos sobre o OCS INVENTORY , ai vai uma ótima dica que utilizei e funcionou perfeitamente para instalação do ocs agente via gpo. Qualquer duvida deixe seu comentário .

O OCS Packager é um software que permite a criação de um pacote para instalação automática do OCS Agent no micros clientes de sua rede.
Neste tutorial iremos aprender como criar o pacote e efetuar a distribuição do mesmo via GPO.








Na pasta de arquivos execute o “OcsPackager.exe”





Nesta tela em “Exe File” você irá selecionar o nosso arquivo de instalação do nosso agente o “OCSNG-Windows-Agent-2.0.exe”

Em “Command Line option” coloque os seguintes parâmetros:
/S /NOW /SERVER=http://192.168.0.1/ocsinventory /PNUM:80 /NP /INSTALL /DEBUG
Onde “192.168.0.1” será o IP do seu servidor de ocs.

Segue abaixo a legenda para cada comando:
/S = Instalação silenciosa
/NOW = Força a atualização assim que for instalado
/SERVER= =Indica o endereço do servidor
/PNUM = Define a porta (Padrão 80)
/NP = Sem proxy
/INSTALL = Executa a instalação
/DEBUG = Cria um log

Após definir os parâmetros clicar em “Next”


Defina nesta tela em que local o arquivo gerado será salvo


Ele irá gerar um arquivo conforme a imagem acima.


Logue no seu servidor de AD e crie uma GPO chamada OCS, após clique em “Editar”


Vá em Configurações do usuário > Configurações do Windows > Scripts clique em “Adicionar”


Clique em procurar e selecione o arquivo gerado pelo OcsPackager e coloque os parâmetros conforme a imagem.
Após o término todos os micros do seu domínio irão instalar automaticamente o OCS Agent via GPO.



Instalando o OCS Inventory




Boa Noite a todos , estou postando para vocês um artigo sobre o OCS-INVENTORY que estou utilizando na empresa . Ate agora sem problemas e funcionando uma maravilha . 


Qualquer duvida galera só postar um comentário .


OCS Inventory é um software utilizado para gerar relatórios das máquinas. Vamos exemplificar: imagine que você tem 100 máquinas em uma rede e precisa tirar um relatório incluindo software e hardware de todas elas, como você faria isso!? Bem, existe uma forma simples, e funcional! Basta usar o OCS Inventory.

Assim, se você tirar um relatório verificando o hardware da máquina e constar uma máquina com 2GB de memória, o OCS cria um relatório com versão para impressão das informações, mas se você retirar uma memória de 1GB, restando apenas 1GB no computador, quando você retirar outro relatório, certamente irá constar lá, apenas 1GB.

Então o que precisamos instalar?

Servidor:

  • OCS Inventory Server
  • OCS Inventory Reports

Cliente:

  • OCS Inventory Agent


Instalação do OCS Inventory com pacotes .deb, utilizando dpkg



12 julho 2011

Curso Iptables e Squid para "facas na caveira"

É isso mesmo galera , passando pelo blog do Professor Lucas Sabino encontrei esse post onde esta divulgando o treinamento FACA NA CAVEIRA :)  

Estou tendo umas aulas de linux com ele e o cara é caveira em linux. 

Sem mais blá blá ai vai o post.

Boa tarde caros leitores!

Gostaria de divulgar para o pessoal que lê o blog um curso especializado em squid como servidor proxy e firewall com iptables. As primeiras turmas estão sendo um sucesso. Todos gostaram.

<-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------->
Temos até depoimentos de alunos que fizeram o curso:

Cesar Bonfá
"O curso é muito bom. Pra quem nunca viu nada disso, no caso eu, deu pra entender perfeitamente. Claro que é muito complexo e detalhado, mais não é impossivel. O professor explica quantas vezes forem necessárias e ainda te ajuda via ssh, PERFEITO! Vale a pena."


Marcelo Kunz
“Achei o curso muito bom, o professor Lucas Sabino é bastante atencioso e prestativo e apesar da pouca idade tem uma boa didática. As aulas são bem dinâmicas e utilizando acesso remoto o professor pode conferir no seu próprio micro se as atividades propostas estão corretas ou auxiliar em alguma possível dúvida. O material fornecido é bem adequado e auxilia bastante. O método EAD é muito interessante, pois podemos aprender e nos aprimorarmos estando no conforto do próprio lar.
Enfim, achei o curso bem bacana e recomendo para tem interesse em se aprofundar em squid e iptables.” 

<-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------->

Para você que deseja fazer o curso. Temos vagas ainda. Como será o curso?

  • O curso será realizado via internet., ou seja, à distância. O professor, eu, servirei o áudio do meu servidor de streaming e os alunos se conectarão a ele, ouvindo a aula. Em quanto ao chat, servirei um servidor de chat, por exemplo IRC, e então os alunos se conectarão nesse servidor e formarão uma sala. Claro que todos os alunos poderão citar dúvidas, questionamentos e tudo mais que desejarem via chat.

  • O curso será realizado de Segunda a Quinta. Data de início: 5 de Setembro de 2011.

  • Todo o conteúdo será disponibilizado em servidores de arquivos para que os alunos possam baixá-los a qualquer momento. 

    • Os logs de áudio e de chat serão disponibilizados para download para todos os alunos do curso após o período de no máximo de 15h. Devido ao tempo de conversão etc.

      • O curso é focado para um sysadmin ou para quem quer ser um sysadmin. Será um curso puxado pois a intenção é formar profissionais de squid e iptables capazes de fazer qualquer coisa com essas ferramentas.

      • A duração do curso será de 60 horas. Aproximadamente um mês de curso.

      • O modo de avaliação será a participação nas aulas, entrega de exercícios pedidos e disciplina em chat.



      Pré-Requisitos:
      • Conhecimentos básicos da distro GNU/Linux Debian Lenny
      • Estrutura de diretórios e FHS
      • Comandos básicos como: ls, cd, cat, echo etc
      • VI/VIM ou algum editor de texto em modo texto
      • Cron
      • Logrotate
      • Duas máquinas. A primeira fazendo papel de server e a outra de client. Pode-se trabalhar com máquinas virtuais
      • SSHD nas duas máquinas





      OBS: Já vi muito por aí cursos de squid que são realizados em um sábado (8h de curso) por R$ 400. É claro que o curso ministrado não será de 8h. Serão muito mais horas. Pois, não irei ensinar para os alunos apenas o básico. Como eu disse, irei ensinar a fazer qualquer tipo de coisa com o squid e o iptables. Então não acho interessante você comparar um curso tão bom como este com oficinas de sábado de 4 de squid que existem por aí. Queremos formar profissionais que façam qualquer coisa no Squid, não apenas que façam um acl com extensão .txt.

      Aos interessados no conteúdo programático mandem um email para mim que eu em resposta forneço o conteúdo programático.

      Aos interessados em fazer inscrição para o curso, enviar um email parasabinolucas@ig.com.br ou falar diretamente comigo via msn lssabino@hotmail.com.

      Inscrições até 29 de agosto de 2011. Enviarei o valor de investimento do curso depois  que a turma estiver fechada.

      O valor dos dois cursos juntos varia de R$ 1.200,00 a R$ 1.800,00., dependendo do número de participantes. Formas de pagamento: Transferência bancária ou depósito. Podendo ser parcelado.


      Bom, é isso! Gostaria de conseguir muitos alunos para que toda a bagagem e experiência que tenho possa ser passada a diante.

      Obrigado
      Abraços
      Até mais!


      Mais informações em : http://www.sabinux.blogspot.com/

       
      MCP SOLUTION